Capicua – “O Hip Hop esteve bem representado no Super Bock Super Rock.”

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Pouco passava das dez da noite quando Capicua subia ao Palco da Antena 3 que presenciava a maior enchente de todo festival. Com casa cheia, a rapper portuense não acusou pressão e chegou-se à frente com a típica atitude de mulher norte, algo que encantou todos os presentes, os fãs e aqueles que se tentavam abrigar da chuva torrencial que vinha a cair naquele momento.

 

Capicua1A performance começou, em altas, logo com “Sereia Louca”, 1º single do seu mais recente álbum, acompanhada de D-One, Dj de serviço, M7, amiga e companheira de palco que contribuiu e muito para que a postura de “mulher de norte” não se perdesse mesmo em temas mais calmos, destaque vai ainda para o trabalho de Dário Cannatà, responsável pelos desenhos ao vivo que iam passando pelo ecrã. Mas foi em “Vayorken” que observámos o momento da noite, onde assistimos a uma mistura de braços e telemóveis no ar com refrões em coro, um momento mais que bonito que não pode ser descrito em palavras.

 

Capicua2Impressionada com a adesão do público presente, Capicua viveu momentos emocionantes onde as lágrimas estiveram mesmo ali à porta, dizendo posteriormente que “jamais iria esquecer esta noite”. Pode ser que para o ano vejamos a grande Ana Matos a subir ao palco principal, seria um prémio mais que merecido depois de um dos melhores concertos desta edição do festival.

 

 

Capicua – “O Hip Hop esteve bem representado no Super Bock Super Rock, sem sombra de dúvida.”

 

Texto: Fábio Lopes
Fotografias: Fábio Lopes

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