Pitchfork Music Festival e Paris são dois conceitos de boa música, bom ambiente e gente bonita. Os dois juntos transformam a Grande Halle de la Villette num dos mais bonitos centros culturais da cidade. De entre os inúmeros concertos, antes e depois das horas de “festival”, vimos muita boa música. No entanto houve uns que se destacaram mais que outros, estes são os que ficaram na memória, para o bom ou para o mau.
Nick Murphy – 8/10.
A nova face de Chet Faker foi um dos melhores concertos do festival. O novo estilo que apresenta é exactamente o que faltava em Chet Faker. Os novo sons, a forma como deu uma nova roupagem aos sons antigos foi muito bem conseguido. Ele até toca guitarra. Tem uma banda, já não é tudo com loops e etc…
Whitney – 8/10.
Foi bom e a conversa com o público e com o Joey Purp fizeram o espectáculo melhor ainda. Esperamos por eles em Lisboa no final do mês.
MIA – 6/10.
Cumpriu o que prometia, apesar de estar com uma produção digna de uma pop-star. Quase uma B-category Rihanna.
Warpaint e Moderat – 7/10
Foram bons. Apresentarem as mais recentes musicas, e apenas uma/duas das antigas. Fizeram um bom espetáculo e entreteram, no entanto não foi nada de novo.
O Pitchfork Music Festival regressa em 2017, em Paris e Chicago. O festival em Chicago realiza-se entre os dias 14 e 17 de Julho de 2017 as para o festival em Paris e os primeiros nomes serão lançados brevemente.
Texto: António Almeida;
Fotos: Fábio Lopes





