Sol da Caparica: Festa que é festa.

Um erro na tipografia das acreditações transformou, por um fim de semana, a Buzz TV em Buzz Media. Esta nova, e imaginária, Buzz Média teve a oportunidade de ver 2 concertos de destaque na Caparica, sobre o Sol.

Hélio2

 

Paus

Eu já vi mais vezes os Paus ao vivo do que (muitas vezes) a minha mãe me vê durante a semana inteira. E existem duas explicações para tal… a nossa incompatibilidade de agendas e a a minha vontade, no final de cada concerto, de os voltar a ver.

Este fim de semana não foi diferente, fiquei novamente com aquele sentimento agridoce. No bom sentido. Como se toda aquela energia, alegria e amor que a dupla bateria, o baixo, as teclas e sabe Deus mais o que, transmitem para o publico, estivesse condensada num período de tempo tão curto. No final fica-se com a sensação de que poderíamos estar ali mais 2 horas a ver e a ouvir todo aquele movimento.. Mas eu percebo que os músicos também se cansem e tenham mais que fazer (se quiserem vir tocar 2 ou mais horas na minha festa de anos, na minha garagem, é só dizer).

Eu ficaria feliz.

PAUS

Batida

Batida é uma banda. Batida é uma pessoa. Batida é dança. Batida é estar atento.

Estar atento ao que? Ao que se passa no mundo, ao que se passa em Angola, ao que se passa com aquelas 15 pessoas que, de certo modo, servem como tema central de todo o espectáculo. Não é todos os dias que se vê algo e alguém tão dedicado a uma causa como esta. Os ritmos, as rimas, as imagens, as batidas, são todas moldadas de modo a nos abrirem a mente para uma realidade que devia importar a muito mais gente.

Este concerto, apesar de ter passado ao lado de uma boa parte da audiência, conseguiu despertar o interessante e curiosidade a alguns desconhecidos, tanto do som como do tema.

Nota: Não tirei fotos aos Batida, portanto deixo esta imagem:

giphy

Texto: António Almeida;
Fotos: António Almeida/Fábio Lopes

António Almeida

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