TOP: 10 Melhores Álbuns Nacionais

Mais um ano, mais uma lista. A Buzz TV compilou os melhores álbuns que saíram por terras lusas em 2015 e apresenta aqui em baixo.

lot of records in sleeves full frame

 

10. Capitães da Areia – A Viagem dos Capitães da Areia a bordo do Apolo 70;

À muitos anos que não se faz um album conceptual bom. Quando “A Viagem a Bordo…” saiu, a critica ficou surpreendida pela tentativa da banda em criar uma obra que iria contra as regras da música actual, que se tornou de um consumo mais rápido. Já ninguém tem tempo para ouvir um album completo, e contra isso os Capitães da Areia decidiram juntar um “molho” de gente e descrever uma viagem ao antigo shopping.

 

9. Vilão – Mau da Fita;

É a estreia de Vilão, “Mau da Fita” é o nome do disco, que reúne participações de DJ Ride, Blasph, Bispo, Harold, Mike El Nite, o falecido Short Size e IHenry. Os instrumentais estão a cargo de nomes como Richard, Holly, King Kong, Ghost Wavvves, Charlie, RetartedTemaki e METAMVDNESS.

 

8. We Trust – Everyday Heroes;

Os We Trust mudaram, o seu som e a sua mensagem. Os que procuram os seus alternativos e Pop do passado não vão ficar contentes. No entanto, apresenta-se um bom album de um modo inovador que, mais do que criar experiências musicais, tenta ensinar lições de vida importantes.

 

7. Moullinex – “Elsewhere”;

“Elsewhere”, o segundo disco que sucede a “Flora” (2011), retira muita da energia Funk e Tropical que se apresentava neste mesmo. Se no primeiro disco e em todos os concertos de apresentação o nome Moullinex ficou marcado ao Ananás (este fruto era presença habitual em palco) e ao baile tropical que fez furor nas pistas de dança, neste segundo disco o tema principal (tanto a nível da letras como a nível instrumental) remete para os sonhos.

 

6. Regula – Casca Grossa;

 

Regula já é um nome incontornável no Hip-Hop português. Desde o inicio com as edições independentes e mixtapes, depois do “boom” que foram o single Casanova e o album Gancho e dos sucessos conjuntos com os Orelha Negra e 5-30, “Casca Grossa” marca a massificação do género. Com as letras muito ligadas as temáticas autobiográficas dos álbuns anteriores, este não desilude e mostra uma versão evoluída de Regula.

5. Da Chick – Chick To Chick;

 “Chick To Chick” já era um sucesso antes de sair. Depois de tanto tempo a refinar o seu som e atitude, Da Chick mostrou um album cheio de funk, dance e boa onda. Apesar de estar rodeada de figuras importantes do hip-hop e electronica portuguesas, Da Chick consegue emergir e virar os holofotes para ela.

4. Carlão – Quarenta;

“Quarenta” é o álbum onde Carlão mais arrisca a fazer algo diferente. Depois de todos os seus projectos, o album a solo mostra um pouco do que é feito a alma do poeta de rua. Com melodias e batidas bem definidas e com letras fortes e que mostram um pouco da vida do cantor. Um auto-retrato musical.

3. Diogo Piçarra – Espelho;

O disco de estreia de Diogo Piçarra têm um início a lembrar a Banks mas no resto soa muito a um Sam Smith/Ed Sheran português com uma mãozinha do Fred em algumas faixas, mas sem fugir ao tema das baladas. No entanto, desengane-se quem pensa que se trata de um disco de mais um moço que saí de um programa de talentos.

 

2. David Fonseca – Futuro Eu;

Que David Fonseca cantava em Inglês já todos sabiam, mas nunca se pensou que lança-se um album totalmente na língua materna. Muito menos que o lança-se e fica-se tão bem. David conseguiu mudar o seu som, sem mexer muito na formula de sucesso que já tinha.

 

1. Branko – Atlas;

“Atlas” é uma espécie de Sonic Highways (dos Foo Fighters) português. Apesar de ser o DJ dos Buraka Som Sitema, João conseguiu arranjar tempo na sua agenda para gravar um album alucinante. O DJ e produtor português faz a sua estreia com uma abordagem diferente do que se tem apresentado. Sons electrónicos suaves, samples subtis e uma componente de voz ecléctica são alguns elementos que formam Atlas. Com convidados de todo o mundo, o DJ embarcou numa viagem pelo globo onde gravou cada faixa em uma cidade diferente.

 

Que 2016, traga tantos ou mais e melhores álbuns para a música portuguesa!

Equipa

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