TOP: 20 Melhores Álbuns Internacionais.

2015 foi um ano de regressos, de bandas que andavam desaparecidas, outras não tanto. Um ano de réis e rainhas da pop. Um ano em que o Hip-Hop chegou mais longe e fez-se ouvir em manifestações e apelos. Um ano em que o terrorismo parou a música por breves momentos. 2015 foi o ano em que recordes foram batidos, novos modos de ouvir música foram apresentados e combatidos. Foi um ano de polémicas, foi um ano de politica e um ano de prémios.

Mas acima de tudo foi um ano feliz pois se soube dar a volta aos maus momentos. E esteve sempre cheio de boa música!

lot of records in sleeves full frame

Estes são os 20 álbuns mais importantes do ano:

20. The Libertines – Anthems for Doomed Youth;

O regresso destes 4 já se esperava à muito. Os fans estavam divididos entre os que acreditavam que um dia iria ser possível voltar a ter novas músicas da banda inglesa e os que acreditavam que as desavenças iriam sempre falar mais alto. Mas o regresso aos palcos do ano passado trouxe nova luz sobre a banda. O disco foi anunciado e gravado na Tailândia.

Este ano foram co-headliners em um dos dias do festival Glastonburry, e mostrou-os mais unidos que nunca.

 

19. Mac De Marco –Another One;

O menino bonito do indie rock regressou este ano com um mini-album. Andou pelo mundo e mostrou a sua irreverencia a toda a gente. No final do disco ainda convida os fans para sua casa, onde fez uma festa de lançamento para quem quisesse aparecer. Prémio de “músico sem preocupações com a vida” de 2015.

18. Blur –The Magic Whip;

Mais um regresso. Como os Libertines, também os Blur resolveram fazer uma “mão cheia” de espectáculos antes de gravar o album. E também estes foram até à Asia grava-lo.

 

17. BADBADNOTGOOD & Ghostface Killah –Sour Soul;

A junção de BadBadNotGood e Ghostface Killah foi um sucesso e este album mostra isso bem. Mostra como a banda de Toronto consegue mudar a sua música e apresentar uma roupagem diferente do que seria esperado. Consegue surpreender pelos nomes de peso e por tão bem que encaixam nas músicas.

 

16. Tobias Jesso Jr –Goon;

Vindo directamente de Hollywood, Tobias Jesso Jr. chegou para vencer. Com um piano e cabelo com fartura aos quais juntou uma voz incrível e umas historias pessoais, criou um album muito “easy-goin” e óptimo para ouvir num fim de tarde.

 

15. Action Bronson – Mr. Wonderful;

 

Um album cheio de Hit’s para rádio, onde Bronson se apresenta com rimas fortes. Cheio de sátira e piadas sobre ele próprio, torna-se um perfeito completo para a mixtape anterior.

14. Adele – 25;

Adele regressou aos discos. Fê-lo com uma nota partilhada nas redes sociais e com o lançamento de “Hello”. Mais do que um single para o terceiro album, esta música foi o avanço para semanas e semanas nos tops, onde bateu records de vendas e de streaming. Em 2016 Adele regressa mas desta vez aos palcos em 2 tours que esgotaram em horas.

 

13. Major Lazer – Peace is The Mission;

Na lista de figuras do ano tem certamente que fazer parte os nomes de Diplo e Skrillex. Entre os vários projectos e colaborações que os dois fizeram o ano foi muito ocupado. Seja a solo, seja no projecto Jack U, seja a reinventar a música do Justin Bieber, seja a correr o mundo a dar espectáculos. Mas Major Lazer, foi dos projectos que mais hype teve. Apesar da ausência de Skrillex, Diplo conseguiu criar a faixa mais reproduzida no Spotify em 2015 com “Lean On”.

 

12. The Districts – A Flourish and a Spoil;

Um disco incrível de 4 jovens que promete ainda vir a dar que falar. As emoções apresentadas nas letras são de fácil compreensão e espelham bem o trabalho que tiveram em criar este primeiro album.

 

11. My Morning Jacket – The Waterfall;

Ao sétimo álbum os norte americanos conseguiram criar um som mais limpo, mais bonito e mais fácil de ouvir. O seu melhor album desde “Z”.

 

10. Jamie xx –In Colour;

Um dos mentores por trás dos The XX, lançou este ano o seu album a solo. Já se tinha ouvido alguns ep’s, singles, remixes, etc. mas este album é algo diferente. É algo melhor. É algo que mudou as pistas de dança com a “groove” que apresenta.

 

9. Tame Impala – Currents;

Se há 3 anos dissessem que os Tame Impala iam ter o sucesso que tem agora provavelmente desconfiavam. Mas o que é certo é que passaram da banda psicadélica preferida para serem dos nomes mais importantes do indie rock actual. Pelo menos o lugar de cabeça de cartaz no Paredes de Coura já conseguiram, por isso devem estar a fazer algo de muito bem.

 

8. Tyler The Creator –Cherry Bomb;

Tyler, The Creator decide ao terceiro album mudar o seu estilo outra vez. Parece que em cada album as mudanças são cada vez maiores e cada vez mais se nota o amadurecimento do rapper. Apesar de gerir todos os negócios à parte da música, Tyler consegue ainda arranjar tempo para descrever toda a sua raiva adolescente num dos seus melhores discos.

 

7. Swim Deep – Mothers;

Se o primeiro álbum desapontou um pouco por não estar no seguimento dos singles lançados anteriormente, “Mothers” vem colmatar esse vazio e apresentar uma espécie do fantasma dos Duran Duran. Todo o disco apresenta uma atmosfera espacial que dá algo de diferente e único ao mesmo.

 

6. Benjamin Clementine – At Least for Now;

Na Primavera de 2015, lançou “At Least For Now”, na altura passou bastante despercebido pelo público português. No verão passou pelo Parque das Nações onde tocou para um pequeno numero de pessoas. No Outono ganhou o Mercury Prize em Londres, fez um Tour por Portugal e encheu o Coliseu de Lisboa. O público e a critica ficaram rendidos ao cantor/pianista, que se apresenta em palco assim mesmo, o homem e o seu piano.

 

5. The Internet –Ego Death;

“Ego Death” mostra uns The Internet muito mais evoluídos. Se Tyler, The Creator era um dos casos de maior sucesso do colectivo OFGWANG, sem duvida que os The Internet mostraram que não é um caso isolado.

 

4. Courtney Barnett –Sometimes I Sit and Think, Sometimes I Just Sit;

Veio directamente da Australia e arrasou com o primeiro álbum, agora com “Sometimes i Sit…” Courtney construiu um album com letras perfeitas e melodias que encaixam demasiado bem.

 

3. Wolf Alice – My Love is Cool;

A revelação do ano: Wolf Alice. Desde Londres para mundo, a banda de “Giant Peach” lançou o muito aguardado primeiro album e ficaram sempre bem classificados pela critica.

 

2. Alabama Shakes – Sound & Color;

Se quando saiu “Hold On”, todo o mundo ficou surpreendido pela positiva e depois destroçado quando ouviu o resto album. “Sound & Colour” vem apresentar uma versão mais evoluída desse som. Uma performance brilhante de toda a banda, tanto no album como ao vivo.

 

1. Kendrick Lamar – To Pimp A Butterfly;

Como não poderia deixar de ser, Kendrick Lamar foi o responsável pelo album do ano. “To Pimp a Butterfly” é uma obra, não um disco, que deve ser escutado por todos.

 

Sem dúvida que 2015 foi um ano de excelente música. A Buzz TV deseja umas boas festas a todos!

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